Pedro Antônio divulga nota de esclarecimento sobre falta de alvará do CT do Fluminense

Prefeitura informou que o Fluminense não entrou com solicitação do alvará
Segundo reportagem publicana no Jornal Nacional e, também, segundo a prefeitura do Rio de Janeiro, não é somente o CT do Flamengo o Ninho do Urubu, o CT profissional do Fluminense não tem registro de pedido de alvará.
O CTPA fica em um terreno cedido pela própria prefeitura por 50 anos, com possibilidade de prorrogação da licença por mais 50 anos, desde o começo de 2013. Inaugurado em julho de 2016, o local é utilizado desde outubro do mesmo ano apenas para treinamento do elenco principal. Em nota, Pedro Antônio Ribeiro da Silva, responsável pela construção até o início de 2017, deu esclarecimentos sobre o caso.
Confira a nota de Pedro Antônio:
“Prezados
A respeito dos comentários sobre as licenças do CT do Fluminense, tenho alguns esclarecimentos:
1) todas as obras no CT foram previamente licenciadas.
2) ao final da primeira fase, que era a construção da academia, vestiários, piscina, dois campos, entre outros, demos início aos documentos finais para o habite-se parcial desta área.
3) para tal habite-se e a seguir o alvará, tudo deveria estar aprovado junto ao corpo de bombeiros e todos os equipamentos instalados. Todos os equipamentos tais como mangueiras, extintores etc foram devidamente instalados.
O processo de vistoria e aprovação nos bombeiros, foi dado entrada em 26/06/2017, com a devida taxa paga.
Os projetos de ar condicionado e exaustão mecânica também foram aprovados na Prefeitura.
Naquele mesmo mês de junho de 2017 fui sumariamente demitido e ninguém mais me procurou para tratar do CT.
Apesar da situação de estar fora do Fluminense compulsoriamente, segui me dedicando para terminar o licenciamento de aterro da rua.
Em 31/08/2017 a rua foi licenciada.
5) Em 04/09/2017, mandei e-mail com cópia da licença e demais documentos para o Fluminense pedindo uma reunião para entrega de tais documentos originais e no mesmo e-mail pedi para “providências do Fluminense para designar junto aos diferentes órgãos os responsáveis pelos diversos projetos / licenciamento”.
6) Tal reunião ficou marcada para final do dia 11/09.
7) No dia 11 “gerente operacional – CT Barra” assim se intitula o Sr Gustavo Ribeiro, mandou mensagem para a Cecília – advogada, que por sinal depois mandaram embora, já que ela tinha um “compromisso com seu filho pequeno”.
7) Em 16/10/2017, protocolei na secretaria de meio ambiente a baixa da minha procuração das obras do CT, já que não poderia seguir responsável a uma obra em que eu não tinha mais nenhum acesso.
8) O mesmo procedimento fiz junto à secretaria de urbanismo em 16/10/2017.
Há poucos dias, encontrei com o Presidente Abad e questionei sobre os acompanhamentos e processos junto à prefeitura e ele me informou que estava tudo em dia, conforme informavam a ele.
Infelizmente, pelo que vi nesta manhã no noticiário, apesar de não me encontrar no Brasil, nada foi concluído tanto de habite-se e o alvará.
ST
Pedro Antônio”
2019-02-27T14:20:57+00:00 fevereiro 9th, 2019|

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