Já era o Flu do Diniz, mas quem deitou e rolou foi o Magnata

Em outubro de 2000, o Flu, retornando do abismo, metia 6 a 1 no Santa no Maracanã, num ano de feitos impressionantes

Era uma vez o nem tão distante ano de 2000. Disputava-se no Brasil uma estranha competição, chamada de Copa União, nome sugestivo para aquela edição do Campeonato Brasileiro, haja vista a presença de mais de cem clubes, todos unidos em uma única divisão. O Fluminense retornava da Série C do futebol brasileiro, cujo título havia conquistado em 1999.

Se o status, naquele momento, era de Série B, o mesmo não se podia dizer do futebol apresentado pelo Tricolor, que iniciava uma firme caminhada para se tornar o protagonista do futebol carioca nacional e internacionalmente. Uma prova disso foi a exibição diante do Santa Cruz no dia 25 de outubro.

Feitos impressionantes

O Fluminense contava com um bom time, cujos pontos fortes eram o meio de campo, formado por Marcão, Fabinho, Fernando Diniz e Roger, e o ataque, que tinha Magno Alves e Roni, além de Agnaldo. O senhor da festa foi Magno Alves, que marcou 5 gols na goleada de 6 a 1 sobre o Santa, dois no primeiro, três no segundo. Roni também deixou o seu.

Naquele ano, Magno Alves foi um dos artilheiros do Brasileiro, com 20 gols, ao lado de Dill e Romário. O Fluminense, que jogou no módulo que tinha todos os times da Série A, terminou a fase de grupos em terceiro lugar, mas acabou desclassificado nas oitavas de final pelo surpreendente São Caetano, que chegaria ao vice-campeonato. O Maior Clube do Brasil teve, naquele ano, a maior média de público do Campeonato Brasileiro, de 20.219 pagantes.

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Por: Marcelo Savioli às 08:52
2019-04-16T12:53:18+00:00 abril 16th, 2019|

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