Flu tem salto de qualidade na gestão financeira, mas precisa dar salto econômico e equacionar dívida de curto prazo

Para obter equilíbrio financeiro, e positivar fluxo de caixa, clube ainda depende de venda de jogadores

Como o O Tricolor noticiou ontem, segunda-feira, 29 de abril, o Fluminense publicou o balanço de 2018. Além de ter um déficit no exercício de R$ 1,48 milhões, contra um resultado negativo de quase R$ 70 milhões em 2017, o clube conseguiu estancar o acelerado crescimento da dívida, que vinha aumentando na faixa dos R$ 80 milhões anuais.

A dívida cresceu, porém numa faixa inferior a 5%, sendo que a dívida líquida diminuiu, o que é um dado animador. A gestão Pedro Abad encontrou uma fórmula sustentada na redução dos custos e na obtenção de receitas com transferências de atletas. Em 2018, o clube obteve R$ 119 milhões em receitas com transferências. A previsão para 2019 já é de um montante de R$ 80 milhões, já incluindo as vendas de Ibañez, no início do ano, e de Paulinho, ao futebol português.

Equacionar dívida, gerar receitas e profissionalizar gestão

Com isso, o clube já encaminha um ano mais tranquilo no aspecto financeiro, mas essa é só a parte inicial do problema. O clube precisa de muito mais para ganhar capacidade de pagar a dívida e, ao mesmo tempo, de investir. Em primeiro lugar, precisa multiplicar a capacidade econômica, em segundo, precisa equacionar a dívida de curto prazo de R$ 265 milhões. Sem isso, continuará refém da venda de atletas para manter a operação viável, mas terá elencos modestos e baixa capacidade de reduzir a dívida, o que seria o mesmo que manter o clube respirando por tubos.

Resultado de imagem para revitalização das Laranjeiras

Sócio futebol, patrocínios, melhora do resultado no match Day e premiações altas nas competições que disputa são caminhos óbvios para que o clube volte a crescer economicamente. Quanto à dívida de curto prazo, há rumores de que o presidente Abad obteve um aporte grande de capital para pagar aos credores e transformar a dívida em passivo de longo prazo. O projeto de revitalização das Laranjeiras, com um modelo de negócios parecido com o usado pelo Palmeiras no Allianz Parque, é a grande aposta para geração de receitas e fortalecimento econômico do clube.

Outro ponto essencial para que o Fluminense volte a ser competitivo economicamente é a modernização e profissionalização total da gestão, medida que conta com a rejeição de setores conservadores no clube e pouco entusiasmo da gestão Pedro Abad.

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Por: Marcelo Savioli às 08:21
2019-04-30T11:38:06+00:00 abril 30th, 2019|

2 Comentários

  1. Paulo Gustavo
    Paulo Sérgio Santos Barreto 30 de abril de 2019 em 09:23- Responder

    Bom dia só de Aracaju Sergipe
    Como fazer para adquirir carteirinha de sócio torcedor tricolor

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