Flu é eliminado nos pênaltis, mas valeu a força da camisa e a vocação na guerra

João Pedro empata no final em gol antológico, mas Flu perde nos pênaltis

O Fluminense viveu uma noite de múltiplas sensações no Mineirão. Saiu na frente logo no início, com gol de Ganso, cobrando pênalti. Sofreu o empate no início da segunda etapa, Agenor defendeu pênalti, o árbitro deu outro, o Cruzeiro virou e João Pedro, no apagar das luzes, fez gol antológico, levando a disputa para os pênaltis, onde faltou sorte aos cobradores tricolores.

O que ficou foi a mensagem de que o Fluminense não está para brincadeira e que o segundo semestre promete. Quem viver verá.

Flu é melhor e abre a contagem em primeiro tempo truncado

O Fluminense iniciou a partida com sangue nos olhos, buscando o domínio do meio de campo e ameaçando a defesa do Cruzeiro logo no início. Porém, quem ameaçou primeiro foi o Cruzeiro. Agenor deu um tijolo para Daniel, que acabou desarmado no campo de defesa. A bola sobrou para Robinho, que soltou a bomba, mas Agenor estava bem posicionado para defender em dois tempos.

Três minutos depois, o árbitro precisou de ajuda do VAR para marcar pênalti claro de Dedé em Brenner. Ganso cobrou, Fábio defendeu parcialmente, mas Luciano cabeceou para o barbante. O gol, porém, foi anulado, porque jogadores de dois times invadiram a área antes da cobrança. Ganso cobrou novamente e tirou Fábio da foto, abrindo a contagem.

O Fluminense continuou melhor e Fábio se esticou para mandar a escanteio, salvando o Cruzeiro após desvio de João Pedro na marca do pênalti. Aos 26 minutos, Fred caiu em campo e foi substituído por Sassá. O Fluminense continuou melhor, mesmo com a pressão cruzeirense. Aos 30 minutos, Caio Henrique carimbou a zaga e a bola sobrou para Brenner bater com perigo da entrada da área. O jogo seguiu truncado, com o Cruzeiro não encontrando espaços para penetrar na defesa do Fluminense, que não conseguia aproveitar as oportunidades para contra-atacar.

Gol antológico de João Pedro leva disputa para os pênaltis

O Cruzeiro voltou para o jogo com Pedro Rocha no lugar de Marquinhos Gabriel. A primeira chance foi do Cruzeiro. Sassá acionou Thiago Neves nas costas da zaga do Flu, mas o arremate saiu sem direção. Aos 14 minutos, Dedé e Ariel Cabral ganharam na cabeça na área e Thiago Neves mandou para o barbante, empatando. Aos 19 minutos, Pedro Rocha se atirou na área e o árbitro marcou pênalti inexistente. Sassá cobrou e Agenor defendeu.

O Cruzeiro quase virou aos 31 minutos, mas Agenor saiu nos pés de Pedro Rocha. Na sequência, o VAR pegou pênalti de Caio Henrique em Robinho. O árbitro apontou a marca da cal. Thiago Neves cobrou e colocou o Cruzeiro em vantagem.

Diniz colocou Ewandro no lugar de Brenner. Na sequência, Nino quase empatou de cabeça, mas Fábio evitou o gol. Diniz colocou Mascarenhas no lugar de Frazan. Na sequência, Sassá perdeu o gol dentro da pequena área  para o Cruzeiro. Diniz colocou Miguel Silveira no lugar de Nino, deixando o time sem zagueiros.

Aos 47 minutos, Fábio fez defesa espetacular, evitando o empate do Flu em cabeçada de Ganso. Na sequência, João Pedro, de bicicleta, fez gol antológico, empatando e levando a disputa para os pênaltis.

Cruzeiro vence nos pênaltis

A esperança tricolor aumentou nas cobranças de pênaltis. Lucas Silva cobrou para fora. Ganso mandou no travessão. Lucas Romero imitou Ganso e Caio Henrique fez o primeiro, colocando o Flu em vantagem. Na sequência, Pedro Rocha marcou para o Cruzeiro, e Fábio defendeu a cobrança de João Pedro. Sassá converteu para o Cruzeiro e Gilberto cobrou na trave.

Thiago Neves cobrou para o Cruzeiro, fazendo 3 a 1 e eliminando o Flu da Copa do Brasil, sem anular o heroísmo tricolor. Valeu a força da camisa e a vocação na guerra.

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Redação às 21:45

Foto: Lucas Merçon (Fluminense Football Club)

 

2019-06-05T23:01:50+00:00 junho 5th, 2019|

Um Comentário

  1. Paulo Gustavo
    RALPH DE SOUZA FILHO 6 de junho de 2019 em 05:34- Responder

    COMO TREINO É TREINO E JÔGO É JÔGO JÁ DISSERA O FOLHA SECA MESTRE DIDI CAMPEÃO EM 1951 APOSENTE – SE E JÁ ESSE GILBERTO A ME FAZER TER SAUDADES DE JAIR MARINHO, CARLOS ALBERTO TORRES, OLIVEIRA, TONINHO BAIANO, RUBENS GALAXE E ALDO. ACONSELHO A ESSE JOGADOR FRACO ASSISTIR AOS TAPES DESSAS GRANDES VIRTUOSES DA BOLA ALÇADA NA ÁREA OU COMO DIZIA WALDIR AMARAL NO CÓRNER DE MANGAS CURTAS…QUANTO AO JOÃO PEDRO TREINAI – O NA TAREFA DOS PENALTIES, POIS, AO IMPONDERÁVEL, SUPÕE – SE INDOMÁVEL, O MENINO DE XERÉM BREVE SOB A NEVE DA FRIA LONDRES DEIXANDO SAUDADES ARRISCO – ME A ASSEVERAR SEMPRE SURPREENDERÁ..

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