Bandeira assinala impedimento inexistente, VAR encontra falta duvidosa e Lima Henrique decide classificação

Anulação de gol do Flu aos dois minutos da primeira etapa foi fruto de muito esforço dos árbitros

Mal começou o Fla-Flu, o Fluminense foi para o ataque como se não tivesse a vantagem do empate. Logo aos dois minutos, Matheus Ferraz disputou a bola pelo alto, Yony Gonzáles tentou uma bicicleta, a bola desviou no defensor do Flamengo e sobrou para Léo Santos, que mandou para o barbante.

Os jogadores do Fluminense saíram para comemorar, mas o bandeira ergueu seu instrumento de trabalho, apontando impedimento de Léo Santos. O zagueiro, quando houve o toque de Yony Gonzáles, estava em posição de impedimento, mas o toque do defensor do Flamengo o colocou em condição legal.

Constatada a legalidade do lance, passaram-se cinco minutos até que o VAR encontrasse uma outra irregularidade no lance, uma suposta falta de Matheus Ferraz num outro defensor rubro-negro. O gol acabou sendo anulado em decorrência desse lance e não daquele que gerou a reação do bandeira.

– Depois que as coisas acontecem, a análise é mais fácil. O bandeirinha, aparentemente, levantou apontando impedimento, mas acharam uma falta. Eu não vi o lance ainda para dar a minha opinião se foi falta ou não – comentou Diniz após a partida.

No segundo tempo, com o Flamengo atuando com um a menos, devido à expulsão correta de Bruno Henrique, o VAR corrigiu Marcelo de Lima Henrique e apontou pênalti em Everaldo, lance que originou o gol de empate.

No final, já nos acréscimos, Léo Santos usou o ombro para ganhar a frente do jogador do Flamengo, que deu as costas ao tricolor e caiu no gramado. Marcelo de Lima Henrique apontou resoluto a marca do pênalti. Éverton Ribeiro cobrou e classificou o Flamengo para a final da Taça Rio.

 

Por: Marcelo Savioli às 12:36

Foto: Marcello Dias (Agência Estado)

2019-03-28T16:28:52+00:00 março 28th, 2019|

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