Bahia 3×2 Fluminense – Flu joga mal, mas perde como Time de Guerreiros

Falhas bizarras, pênalti mal marcado, luta e frustração marcam a derrota tricolor

O Fluminense jogou muito aquém de suas possibilidades na noite de hoje e a derrota fez jus ao que apresentou o excelente time do Bahia, comandado por Róger Machado, nome que sempre traz maravilhosas lembranças à torcida tricolor.

Não que o Fluminense não pudesse ter vencido, mas um lance desastrado da arbitragem, que teve a influência do VAR, sempre contra o Tricolor, acabou contribuindo para o fracasso tricolor na Fonte Nova. Um pênalti mal marcado acabou contribuindo para o terceiro gol do Bahia, quando a partida ainda estava 2 a 1 para o time da casa, com o Fluminense pressionando. Foi o lance que originou, logo no início da segunda etapa, a perda de Agenor, expulso, por ter se adiantado para defender a cobrança de Gilberto, e uma desvantagem difícil de superar contra um grande adversário.

O Flu não se entregou, errando como nunca, mas combatendo como sempre, com o espírito do Time de Guerreiros. O problema é que, estagnado nos seis pontos, está a dez do Palmeiras, isolado na liderança.

Não, Agenor, não!

O primeiro lance crucial da partida aconteceu aos 30 minutos da primeira etapa. Agenor dominou a bola na pequena área, tentou driblar Gilberto e foi desarmado. Era o segundo gol do Bahia, que abrira a contagem aos 15 minutos, num grande contragolpe, que terminou com o arremate seco e letal de Artur, sem defesa para Agenor. O Fluminense empatara logo em seguida, após Yony González ter sido abalroado dentro da área, com Pedro convertendo a penalidade máxima.

Com o meio despovoado, o Fluminense tinha muita dificuldade na transição ofensiva, sobrecarregando os homens de defesa, com Yuri, João Pedro e Léo Artur perdidos em campo. Mesmo assim, ameaçou aos 32 minutos em jogada de Yony González, que arrematou rente ao travessão.

VAR atrapalha reação tricolor

O problema no meio de campo foi resolvido no intervalo. Diniz tirou Yuri e Léo Artur, colocando Ganso e Marcos Paulo. Daniel desceu para a função de primeiro volante, Ganso se aproximou para iniciar as jogadas e Marcos Paulo passou a flutuar entre as linhas defensivas baianas. Pedro recuou para buscar jogo e passou a ajudar na construção das jogadas. O Fluminense já era perigoso e dominava a partida quando o VAR achou um pênalti inexistente de Gilberto. Agenor defendeu a primeira cobrança de Gilberto, mas o VAR anulou a defesa e o goleiro, por ter-se adiantado, acabou expulso.

Rodolfo entrou em campo no lugar de Pedro, mas não conseguiu defender a segunda cobrança. Com 3 a 1 para o Bahia, o Fluminense fez o que sabe: continuou dominando o jogo e buscando o gol, levando a torcida baiana à loucura. Para piorar, aos 35 minutos, Ganso cobrou falta, o goleiro deu rebote e João Pedro emendou para o barbante.

Diante da ameaça, Roger mandou o Bahia avançar e tentar controlar o jogo no campo de ataque. Manobra arriscada, mas adequada. Aos 44 minutos, Gilberto arriscou uma bomba, de longe, dando um susto na torcida local. A partida foi até os 53 minutos, mas o Fluminense não conseguiu se organizar ofensivamente para furar o bom sistema de marcação do Bahia. Final: Bahia 3 a 2.

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Redação às 21:24

 

2019-05-26T23:11:56+00:00 maio 26th, 2019|

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