Apesar das penhoras, dívida do Fluminense se mantém intacta no balanço de 2018

Dívida bruta saltou de R$ 634,14 milhões, no balanço de 2017, para R$ 664,87 milhões

A notícia não chega a ser exatamente desanimadora, o que não a faz menos preocupante. O Fluminense, mesmo com os seguidos bloqueios e penhoras de receitas em 2018, não conseguiu reduzir a dívida. Ao contrário, a dívida bruta teve um pequeno aumento, subindo de R$ 634,14 milhões, no balanço de 2017, para R$ 664.974,00, um crescimento de 4,9%.

A dívida líquida, por sua vez, que é a dívida bruta menos os recebíveis, teve uma pequena queda, de menos de 1%, fechando o ano em R$ 545,98 milhões, contra R$ 550,56 milhões em 2017. Vale ressaltar, no entanto, que está incluída nesta conta a provisão para contingências. Essa conta inclui o Ato Trabalhista, processos trabalhistas, cíveis, tributários e outros, que estão em andamento.

A boa notícia é que o déficit do exercício 2018 foi de apenas R$ 1,48 milhão. Só para se ter uma ideia, o déficit de 2017 foi de R$ 69,16 milhões. A redução do prejuízo no exercício foi consequência do corte drástico de despesas pelo clube, enquadrando-as nas receitas existentes.

A pior de todas as notícias continua sendo o passivo de curto prazo. O valor da dívida a pagar em 2019 é de R$ 265,6 milhões, maior que a previsão de receitas do clube. O clube teve uma receita operacional líquida, em 2018, de R$ 280,6 milhões, mas a previsão para 2019 é de queda acentuada, chegando à casa dos R$ 200 milhões. Isso significa dizer que o clube precisará recorrer a receitas extraordinárias,como premiações e venda de atletas, para não comprometer o fluxo de caixa.

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Por: Marcelo Savioli às 19:04
2019-04-30T09:25:43+00:00 abril 29th, 2019|

2 Comentários

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