Além de super atacantes, Xerém vira fábrica de meias talentosos, candidatos a craques

Tricolor tem camisas dez convocados para Seleção Brasileira em três categorias

Miguel Silveira recebe pela esquerda, rabisca, tira dois marcadores da jogada, dribla o terceiro e rola para trás. Sem marcação, Daniel antevê a jogada e faz lançamento espetacular para João Pedro receber nas costas da zaga e, de bicicleta, marcar gol cinematográfico. Em comum, os três personagens  foram formados na base do Fluminense, em Xerém, uma fábrica de super atacantes e meias talentosos, candidatos a craques.

Enquanto a torcida vive a esperança de ver João Pedro e Pedro, os super atacantes, formando a dupla de ataque no segundo semestre, o Fluminense vai tornando seu setor de meio de campo cada vez mais forte. Ao lado de Allan e Ganso, Daniel é um dos pilares do centro nervoso tricolor. Campeão brasileiro Sub-20 em 2015, Daniel já era o comandante do meio de campo. Com Diniz, o mais maduro dos moleques de Xerém ganha, a cada dia, mais confiança.

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Daniel parece ser apenas a porta de entrada para um universo mágico e fantástico, uma espécie de elo perdido com um passado memorável, quando os meias talentosos e clássicos, os camisas dez, desfilavam pelos gramados brasileiros. Miguel Silveira, com apenas 16 anos, foi o mais jovem jogador a vestir a camisa profissional do Fluminense. Cotado para ser um dos maiores do mundo na posição, Miguel é o dez da Seleção Brasileira Sub-17.

Fenômeno de Xerém, Arthur tem números típicos de um camisa dez

A formação de meias talentosos não é um acidente ou um acaso. Trata-se de uma tendência forjada na metodologia de trabalho de Xerém.

– Temos em nossa filosofia de jogo própria o drible como uma das características. Queremos formar jogadores criativos, que representem bem o verdadeiro DNA Tricolor. Incentivamos a criatividade, mas com a organização que o futebol moderno exige – declarou Marcelo Veiga, coordenador da base, ao site oficial do Prêmio Nobel do Esporte.

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Arthur, de apenas 14 anos, foi convocado essa semana para a Seleção Brasileira Sub-15. As convocações já são uma constante em sua rotina. Quando firmou o contrato de formação com o Tricolor em fevereiro desse ano, Arthur tinha incríveis 81 gols em 99 jogos desde quando chegou ao Flu em 2015. Números típicos de um grande camisa dez.

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Entre Arthur e Miguel Silveira, ainda tem Kayky, camisa dez da Seleção Brasileira Sub-16. Fora os atacantes que frequentam as convocações para as seleções de base. Em 2018, entre os moleques de Xerém, vestiram a amarelinha os atacantes Samuel (2000), Leandro Spadacio (2000), Miguel (2002), Kaka (2002), Matheus Martins (2003) e Gabriel Lyra (2004).

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Marcelo Savioli às 11:46

Fotos: Lucas Merçon e Mailson Santana (Fluminense Football Club)

Vídeo: TVUol

2019-06-07T20:44:05+00:00 junho 7th, 2019|

Um Comentário

  1. Paulo Gustavo
    RALPH DE SOUZA FILHO 7 de junho de 2019 em 20:19- Responder

    AH!, SE PERMANECESSEM TODOS ESSES TALENTOS….

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